Majjhima Nikaya 128

Upakkilesa Sutta

Imperfeies

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1. Assim ouvi. Em certa ocasio o Abenoado estava em Kosambi no Parque de Ghosita.

2. Agora, naquela ocasio os bhikkhus de Kosambi estavam envolvidos em rixas e brigas, mergulhados em discusses, apunhalando uns aos outros usando as palavras como adagas.[1]

3. Ento um certo bhikkhu foi at o Abenoado e depois de cumpriment-lo ficou em p a um lado e disse: Venervel senhor, os bhikkhus aqui em Kosambi esto envolvidos em rixas e brigas, mergulhados em discusses, apunhalando uns aos outros usando as palavras como adagas. Seria bom, venervel senhor, se o Abenoado pudesse ir at aqueles bhikkhus por compaixo. O Abenoado consentiu em silncio.

4. Ento o Abenoado foi at aqueles bhikkhus e disse: Basta, bhikkhus, que no haja rixas, brigas ou disputas. Quando isso foi dito um certo bhikkhu disse para o Abenoado: Espere, venervel senhor! Que o Abenoado, o Senhor do Dhamma, viva em paz dedicado a uma estada prazerosa aqui e agora. Ns que somos os responsveis por esta rixa, briga e disputa.

Pela segunda vez ... Pela terceira vez o Abenoado disse: Basta, bhikkhus, que no haja rixas, brigas ou disputas. Pela terceira vez um certo bhikkhu disse para o Abenoado: Espere, venervel senhor! Que o Abenoado, o Senhor do Dhamma, viva em paz dedicado a uma estada prazerosa aqui e agora. Ns que somos os responsveis por esta rixa, briga e disputa.

5. Ento, ao amanhecer, o Abenoado se vestiu e tomando a tigela e o manto externo, foi para Kosambi para esmolar alimentos. Depois de haver esmolado em Kosambi e de haver retornado, aps a refeio, ele arrumou o seu lugar de descanso, tomou a tigela e o manto externo e enquanto ainda estava em p proferiu os seguintes versos:

6. Quando muitas vozes gritam ao mesmo tempo
ningum se considera um tolo;
embora a Sangha esteja sendo dividida
ningum se considera culpado.

Eles esqueceram a linguagem judiciosa,
eles falam obcecados apenas pelas palavras.
Com as bocas desenfreadas, eles vociferam de acordo com a sua vontade;
ningum sabe o que os conduz a agir assim.

Ele me maltratou, ele me golpeou, [2]
ele me derrotou, ele me roubou, -
para aqueles que abrigam pensamentos como esses
a raiva nunca ser apaziguada.

Pois neste mundo a raiva nunca
apaziguada com outras aes enraivecidas.
Ela apaziguada pela no-raiva:
essa a lei imutvel e atemporal.

H os que no percebem
que ns teremos um fim nesse mundo,
mas aqueles que percebem isso,
tm suas desavenas apaziguadas.

Infratores e assassinos,
aqueles que roubam gado, cavalos, riquezas,
aqueles que pilham todo o reino -
quando at mesmo eles podem agir em conjunto
porque vocs no so capazes de fazer isso?

Se para a prtica voc encontrar um amigo
prudente, virtuoso e sbio,
permanea com ele com ateno plena e alegria,
superando todas as dificuldades.

Se para a prtica no for encontrado um amigo
prudente, virtuoso e sbio,
tal como um rei que deixa para trs a terra conquistada,
caminhe s, como um elefante solitrio na floresta.

Melhor permanecer s
pois no h companheirismo com os tolos.
Sem fazer o mal, despreocupado,
permanea s tal como o elefante na floresta.

7. Ento, tendo proferido esses versos enquanto ainda estava em p, o Abenoado foi at o vilarejo de Balakalonakara. Naquela ocasio o venervel Bhagu estava no vilarejo de Balakalonakara. Quando o venervel Bhagu o viu chegando distncia, preparou um assento e gua para lavar os ps. O Abenoado sentou no assento que havia sido preparado e lavou os ps. O venervel Bhagu cumprimentou o Abenoado e sentou a um lado, o Abenoado disse: Eu espero que voc esteja bem, bhikkhu, eu espero que voc tenha conforto, eu espero que voc no esteja enfrentando dificuldades para obter comida esmolada.

Eu estou bem, Abenoado, eu tenho conforto e no tenho enfrentado dificuldades para obter comida esmolada.

Ento o Abenoado instruiu, motivou, estimulou e encorajou o venervel Bhagu com um discurso do Dhamma, depois do que, ele levantou do seu assento e foi para o Parque do Bambual no Oriente.

8. Agora naquela ocasio o venervel Anuruddha, o venervel Nandiya e o venervel Kimbila estavam no Parque do Bambual no Oriente.[3] O guarda do Parque viu o Abenoado chegando distncia e disse: No entre neste parque, contemplativo. Aqui h trs membros de cls que esto buscando o que lhes pode trazer benefcio. No os perturbe.

9. O venervel Anuruddha ouviu o guarda do parque conversando com o Abenoado e disse: Amigo guarda, no deixe o Abenoado do lado de fora. Ele o nosso Mestre, o Abenoado, que veio. Ento o venervel Anuruddha foi at o venervel Nandiya e o venervel Kimbila e disse: Venham para fora, venerveis senhores, venham para fora! O nosso Mestre, o Abenoado, veio.

10. Ento todos os trs foram receber o Abenoado. Um tomou a sua tigela e o manto externo, outro preparou um assento e o outro verteu gua para lavar os ps. O Abenoado sentou no assento que havia sido preparado e lavou os ps. Ento aqueles trs venerveis homenagearam o Abenoado e sentaram a um lado, e o Abenoado disse: Eu espero que todos vocs estejam bem, Anuruddha, eu espero que vocs tenham conforto, eu espero que vocs no estejam enfrentando dificuldades para obter comida esmolada.

Ns estamos bem, Abenoado, ns temos conforto e no temos enfrentado dificuldades para obter comida esmolada.

11. Eu espero, Anuruddha, que vocs estejam vivendo em concrdia, com respeito mtuo, sem disputas, combinando como leite e gua, considerando um ao outro com bondade.

Com certeza, venervel senhor, ns estamos vivendo em concrdia, com respeito mtuo, sem disputas, combinando como leite e gua, considerando um ao outro com bondade.

Mas, Anuruddha, como vocs vivem assim?

12. Venervel senhor, quanto a isso, eu penso da seguinte forma: um ganho para mim, um grande ganho para mim que eu esteja vivendo a vida santa com estes companheiros. Eu pratico atos com amor bondade com o corpo, em pblico e em particular, em relao a esses venerveis; Eu pratico atos com amor bondade com a linguagem, em pblico e em particular, em relao a esses venerveis; Eu pratico atos com amor bondade com a mente, em pblico e em particular, em relao a esses venerveis. Eu considero: Porque no deveria deixar de lado aquilo que quero fazer e fazer aquilo que esses venerveis querem fazer? Ento deixo de lado aquilo que quero fazer e fao aquilo que esses venerveis querem fazer. Ns temos corpos distintos, venervel senhor, mas somos nicos na mente.

O venervel Nandiya e o venervel Kimbila falaram cada um da mesma forma, adicionando: Assim como, venervel senhor, ns estamos vivendo em concrdia, com respeito mtuo, sem disputas, combinando como leite e gua, considerando um ao outro com bondade.

13. Muito bem Anuruddha, eu espero que vocs permaneam diligentes, ardentes e decididos.

Com certeza, venervel senhor, ns permanecemos diligentes, ardentes e decididos.

Mas, Anuruddha, como que vocs assim permanecem?

14. Venervel senhor, quanto a isso, qualquer um de ns que primeiro retorne do vilarejo com comida esmolada prepara os assentos, prepara a gua de beber e de limpeza, e coloca o balde de sobras no seu lugar. Qualquer um de ns que retorne por ltimo come qualquer comida que tenha sobrado, se ele assim desejar, de outro modo ele joga aquilo fora onde no haja vegetao ou despeja na gua onde no haja vida. Ele guarda os assentos e a gua de beber e de limpeza. Ele guarda o balde de sobras depois de lav-lo e varre o refeitrio. Qualquer um que perceber que os jarros com gua para beber, gua para limpeza ou gua para a latrina esto com o nvel baixo ou vazios, toma as providncias necessrias. Se eles forem excessivamente pesados, ele chama algum atravs de um sinal com a mo e o outro vem ajud-lo, mas por conta disso ns no irrompemos em conversao. E a cada cinco dias ns sentamos juntos uma noite inteira para discutir o Dhamma. Assim como permanecemos diligentes, ardentes e decididos.

15. Muito bem Anuruddha. Mas enquanto vocs assim permanecem diligentes, ardentes e decididos, vocs alcanaram algum estado supra-humano, uma distino no conhecimento e viso dignos dos nobres, uma estada confortvel?

Venervel senhor, enquanto assim permanecemos diligentes, ardentes e decididos, reconhecemos e vemos a luz e as formas. [4] Depois a luz e as formas desaparecem, mas ns ainda no temos habilidade e compreendemos esses nimittas. [4A]

16. Anuruddha, vocs devem tornar-se proficientes com relao a esses nimittas. [5] . Antes da minha iluminao, quando eu ainda era apenas um Bodisatva no iluminado, eu tambm reconhecia e via a luz e as formas. Depois a luz e as formas desapareciam. Eu pensava: Qual a causa e condio pela qual a luz e as formas desaparecem? Ento considerava o seguinte: A dvida surgiu em mim e devido dvida a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que a dvida no surja em mim novamente.

17. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente, ardente e decidido, reconhecia e via a luz e as formas. Depois a luz e a forma desapareciam. Eu pensava: Qual a causa e condio pela qual a luz e as formas desaparecem? Ento considerava o seguinte: A desateno surgiu em mim e devido desateno a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno surjam em mim novamente.

18. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente, ardente e decidido, reconhecia e via a luz e as formas. Depois a luz e as formas desapareciam. Eu pensava: Qual a causa e condio pela qual a luz e a forma desaparecem? Ento considerava o seguinte: A preguia e o torpor surgiram em mim e devido preguia e torpor a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno, nem a preguia e o torpor surjam em mim novamente.

19. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: O medo surgiu em mim, e devido ao medo a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e a forma desapareceram. Suponha que um homem parta para uma jornada e criminosos surjam de ambos os lados; ento o medo surgiria nele devido a isso. Da mesma forma, o medo surgiu em mim ... a luz e as formas desapareceram. [Ento considerei o seguinte:] Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno, nem a preguia e o torpor, nem o medo surjam em mim novamente.

20. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: A elao surgiu em mim e devido elao a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Suponha que um homem procurando pela porta de entrada para um tesouro escondido, encontre de repente cinco portas de entrada para um tesouro escondido; [6] ento a elao surgiria nele devido a isso. Da mesma forma, a elao surgiu em mim ... a luz e as formas desapareceram. [Ento considerei o seguinte:] Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno ... nem o medo, nem a elao surjam em mim novamente.

21. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: A inrcia surgiu em mim e devido inrcia a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno ... nem a elao, nem a inrcia surjam em mim novamente.

22. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ...considerava o seguinte: Uma energia excessiva surgiu em mim e devido ao excesso de energia a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e a forma desapareceram. Suponha que um homem agarrasse uma codorna com fora, com ambas as mos, ela morreria ali mesmo naquele instante. Da mesma forma, uma energia excessiva surgiu em mim ... a luz e as formas desapareceram. [Ento considerei o seguinte:] Devo agir de tal modo que nem a dvida nem a desateno ... nem a inrcia, nem a energia excessiva surjam em mim novamente.

23. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: Uma energia deficiente surgiu em mim e devido deficincia de energia a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e a forma desapareceram. Suponha que um homem agarrasse uma codorna frouxamente, ela sairia voando das mos dele. Da mesma forma, uma energia deficiente surgiu em mim ... a luz e as formas desapareceram. [Ento considerei o seguinte:] Devo agir de tal modo que nem a dvida nem a desateno ... nem a energia excessiva nem a energia deficiente surjam em mim novamente.

24. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: a querena surgiu em mim e devido querena a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno ... nem a energia deficiente, nem a querena surjam em mim novamente.

25. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerava o seguinte: A percepo da diversidade surgiu em mim e devido a percepo da diversidade a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e as formas desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno ... nem a querena, nem a percepo da diversidade surjam em mim novamente.

26. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente ... considerei o seguinte: A reflexo excessiva em relao s formas surgiu em mim e devido reflexo excessiva em relao s formas a minha concentrao decaiu; quando a minha concentrao decaiu, a luz e a forma desapareceram. Devo agir de tal modo que nem a dvida, nem a desateno ... nem a percepo da diversidade, nem a reflexo excessiva em relao s formas surjam em mim novamente.

27. Quando, Anuruddha, compreendi que a dvida uma imperfeio da mente, [7] eu abandonei a dvida, uma imperfeio da mente. Quando compreendi que a desateno ... preguia e torpor ... medo ... elao ... inrcia ... energia excessiva ... energia deficiente ... querena ... percepo da diversidade ... reflexo excessiva em relao s formas, eu abandonei a reflexo excessiva em relao s formas, uma imperfeio da mente.

28. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente, ardente e decidido, reconhecia a luz mas no via as formas, via as formas mas no reconhecia a luz, at mesmo durante uma noite toda ou um dia todo, ou um dia e uma noite toda. Eu pensei: Qual a causa e condio disso? Ento considerei da seguinte forma: Na ocasio em que no dou ateno ao nimitta da forma, mas dou ateno ao nimitta da luz, ento reconheo a luz, mas no vejo as formas. Na ocasio em que no dou ateno ao nimitta da luz, mas dou ateno ao nimitta da forma, ento vejo as formas, mas no reconheo a luz, at mesmo durante uma noite toda, ou um dia todo, ou um dia e uma noite toda.

29. Enquanto, Anuruddha, eu permanecia diligente, ardente e decidido, percebia a luz limitada e via as formas limitadas; eu percebia a luz imensurvel e via as formas imensurveis, at mesmo durante uma noite toda ou um dia todo, ou um dia e uma noite toda. Eu pensava: Qual a causa e condio disso? Ento considerei da seguinte forma: Na ocasio em que a concentrao limitada, minha viso limitada e com a viso limitada percebo a luz limitada e as formas limitadas. Mas na ocasio em que a concentrao imensurvel, minha viso imensurvel e com a viso imensurvel reconheo a luz imensurvel e vejo as formas imensurveis, at mesmo durante uma noite toda ou um dia todo, ou um dia e uma noite toda.

30. Quando, Anuruddha, compreendi que a dvida uma imperfeio da mente, eu abandonei a dvida, uma imperfeio da mente. Quando compreendi que a desateno ... preguia e torpor ... medo ... elao ... inrcia ... energia excessiva ... energia deficiente ... querena ... percepo da diversidade ... reflexo excessiva em relao s formas, eu abandonei a reflexo excessiva em relao s formas, uma imperfeio da mente; ento pensei: Eu abandonei essas imperfeies da mente. Agora desenvolverei a concentrao de trs modos. [8]

31. E assim, Anuruddha, desenvolvi a concentrao com o pensamento aplicado e o pensamento sustentado; desenvolvi a concentrao sem pensamento aplicado, mas apenas com o pensamento sustentado; desenvolvi a concentrao sem o pensamento aplicado e sem o pensamento sustentado; desenvolvi a concentrao com xtase; desenvolvi a concentrao sem xtase; desenvolvi a concentrao acompanhada pela felicidade; desenvolvi a concentrao acompanhada pela equanimidade. [9]

32. Quando, Anuruddha, eu desenvolvi a concentrao com o pensamento aplicado e com o pensamento sustentado quando desenvolvi a concentrao acompanhada pela equanimidade, o conhecimento e viso surgiram em mim: A minha libertao inabalvel; este o meu ltimo nascimento; agora no h mais vir a ser a nenhum estado. [10]

Isso foi o que disse o Abenoado. O venervel Anuruddha ficou satisfeito e contente com as palavras do Abenoado.

 


 

Notas:

[1] O incio deste sutta o mesmo do MN 48. [Retorna]

[2] Este verso e os dois seguintes aparecem no Dhp 3,5-6. Os ltimos trs versos aparecem no Dhp 328-30. [Retorna]

[3] O trecho dos versos 8-15 quase idntico ao MN 31.3-10. Da seqncia, no entanto, fica claro que este sutta ocorre numa poca anterior pois no MN 31 todos os trs bhikkhus j haviam alcanado o estado de arahant enquanto que aqui eles ainda esto se esforando para alcanar esse objetivo. [Retorna]

[4] neste ponto que este sutta continua de forma distinta do MN 31. MA explica a luz, (obhasa), como a luz preliminar, que MT diz ser a luz produzida pelo acesso a jhana, (nimitta). Veja tambm o Gayasisa Sutta. [Retorna]

[4A] tanca nimittam nappativijjhama'ti. [Retorna]

[5] nimittam pativijjhitabbam. [Retorna]

[6] Veja o MN 52.15. [Retorna]

[7] Cittassa upakkileso. A mesma expresso usada no MN 7.3, embora aqui no signifique tanto corrupes da mente, mas imperfeies ou obstculos no desenvolvimento dos lhanas. Portanto, a expresso foi traduzida de forma distinta nos dois casos. [Retorna]

[8] Os trs modos parecem ser os primeiros trs tipos de concentrao mencionados no pargrafo seguinte, que tambm mencionado como trade no DN 33.1.10. Desses trs, o primeiro o primeiro jhana e o terceiro abrange os trs jhanas superiores no tradicional esquema de quatro jhanas. O segundo tipo de concentrao no se encaixa nesse esquema qudruplo, mas aparece como o segundo jhana num esquema com cinco divises dos jhanas exposto no Abhidhamma Pitaka. Este segundo jhana no esquema de cinco divises alcanado por aqueles que no conseguem superar o pensamento aplicado e sustentado simultaneamente e precisam elimin-los um aps o outro. [Retorna]

[9] MA: A concentrao com xtase corresponde aos dois jhanas inferiores; sem xtase, aos dois lhanas superiores; acompanhado pela felicidade, os trs jhanas inferiores; acompanhado pela equanimidade, o quarto jhana. [Retorna]

[10] MA diz que o Buda desenvolveu estas concentraes na ltima viglia da noite da sua iluminao. [Retorna]

 

 

 

Revisado: 8 Setembro 2012

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